terça-feira, 19 de fevereiro de 2008

Comece bem o seu dia...

Quer começar bem o seu dia? Com o mesmo nome do título desta postagem Odair Zanella comanda de segunda à sexta, às 6:00h, um programa na rádio Boa Nova 1450 AM & 1080 AM de São Paulo. O programa traz boa música e a cada dia, o locutor nos traz temas diversos com grande sabedoria e beleza. É realmente maravilhoso. Quem não tem a oportunidade de ouví-lo na rádio, como eu, pode acessar o site da rádio Boa Nova, entrar no link "programação" e ouvir quantas vezes quiser! Fica aí a minha dica...
O link:
www.radioboanova.com.br/grade.php?iDia=1&sAcao=listar

Reflexão sobre o medo da morte...

O TEMOR DA MORTE

Por Ricardo Orestes Forni
“... a desinformação e as concepções erradas sobre a vida futura são responsáveis pelo temor da morte, ...” – Manoel Philomeno de Miranda.
A revista VEJA em sua edição de nº 2028, de 03/10/2007, traz uma reportagem sob o título "Despedida Feliz", com o seguinte conteúdo: “O professor de ciência da computação Randy Pausch, da Universidade Carnegie Mellon, nos Estados Unidos, tem 46 anos e um câncer terminal. Seu prognóstico é sombrio. Restam-lhe apenas alguns meses de vida. No último dia 18, Pausch despediu-se de uma platéia de 400 pessoas, entre alunos e colegas da universidade, com a palestra intitulada “Como viver os seus sonhos de infância”.
Conforme informa a reportagem, Pausch foi operado de um tumor altamente agressivo no pâncreas, tendo se submetido a uma operação e a tratamentos experimentais com uma vacina, quimioterapia e radiação diárias. Meses atrás o professor recebeu a notícia de que a doença voltara. Segundo ainda essa mesma reportagem, Pausch afirma o seguinte: “O mais curioso de tudo é que não estou deprimido. Tampouco estou negando a doença – posso garantir que tenho plena consciência do que vai acontecer.”
A reportagem termina com a informação de que Randy Pausch resolveu morar na praia com a mulher e os seus três filhos, concentrando-se agora em deixar vídeos gravados para eles e fará uma despedida especial com cada um deles.
Manoel Philomeno de Miranda, no livro Temas da Vida e da Morte, psicografia de Divaldo P. Franco, 1ª edição da FEB, detalha as causas do medo da morte, dividindo-os em cinco itens: a) o instinto de conservação da vida, que constitui força preventiva contra a intemperança, a precipitação e o suicídio; b) a predominância da natureza animal que em “O Livro dos Espíritos” contém comentários de Kardec na questão de nº 941, quando afirma que “O homem carnal, mais ligado à vida corporal que à vida espiritual, tem, sobre a Terra, penas e gozos materiais; sua felicidade está na satisfação fugidia de todos os seus desejos.”; c) o temporário olvido da vida espiritual donde procede, o que, segundo Manoel P. de Miranda, esse esquecimento constitui motivo de receio da morte, em razão da falta de elementos que estruturem a confiança na sobrevivência, com o retorno ao mundo espiritual; d) o conteúdo religioso das doutrinas ortodoxas que oferece uma visão distorcida quão prejudicial do que sucede após a ruptura dos laços materiais, elaborando um mundo de compensações em graça como em castigo, conforme a imaginação dos homens vitimados por fanatismos e alucinações. Essa explicação levaria àquele que parte a um céu estático, contemplativo, indiferente para com aqueles que sofrem irremediavelmente, ou a um inferno eterno que seria a negação absoluta do próprio Deus que ensina a amar e a perdoar sempre, não podendo, Ele mesmo, ao julgar seus filhos, não aplicar Seus próprios ensinamentos, destinando-os a um céu de inércia ou a um inferno de torturas sem alternativas. Esse posicionamento de extremos no momento da morte leva à profunda angústia aquele que está partindo em direção de uma dessas duas situações. Para exemplificar bem esse fato, lembremos da mãe que merecendo o céu das tradições religiosas, ali permanecesse contemplando um de seus filhos levado ao inferno eterno. Como ser feliz no “paraíso”? Que dose descomunal de egoísmo essa mãe teria de ser portadora para conseguir a felicidade presenciando o sofrimento sem fim do filho amado condenado irremediavelmente!
Por fim, a última causa levantada pelo autor espiritual no livro citado: o receio de aniquilamento da vida, principalmente quando crêem que no cérebro físico esteja o autor dos pensamentos e nos órgãos materiais a única condição de se poder existir. Conforme coloca Manoel P. de Miranda, o homem deve pensar na morte conforme pensa na vida, porque cada dia que passa no calendário terrestre, adicionando-lhe tempo à existência física, é-lhe um a menos que o aproxima do portal da morte (destacamos).
Trocando em miúdos, a morte é a única certeza da vida. Se assim é, utilizemos a sugestão de Kardec na questão 941 do L.E. : “ O homem moral, que se eleva acima das necessidades fictícias criadas pelas paixões, tem, desde este mundo, prazeres desconhecidos ao homem material. A moderação dos seus desejos dá ao seu Espírito a calma e a serenidade. Feliz pelo bem que fez, não há para ele decepções, e as contrariedades deslizam sobre sua alma sem deixar aí impressão dolorosa.”
Para conseguir esse intento, deixamos as sugestões do Espírito Manoel P. de Miranda: “Substituir o medo pela expectativa de como será a vida mais tarde, substituir a incerteza pela conscientização do prosseguimento espiritual, deve ser um programa bem elaborado para ser vivido com tranqüilidade, no dia-a-dia que faz parte do seu peregrinar evolutivo.”
Estamos desenvolvendo esse programa?
Fonte: Revista Internacional de Espiritismo - Fevereiro / 2008.
jornalismo RBN

sábado, 16 de fevereiro de 2008

Uma batalha de Luz e Trevas

15/02/2008

Obsessores – Uma Batalha de Luz e Trevas

Por Alex Alprim
Existe uma intensa atividade permeando o universo físico e o espiritual. Forças e energias espirituais influenciam a vida dos encarnados, muitas vezes de forma negativa, provocando comportamentos e atitudes negativas, criando uma atmosfera densa de ódio e desespero. Esses espíritos ligados aos vivos e distantes da grande Luz Divina, vivem só para isso. Estamos falando dos obsessores.
Obsessão: substantivo feminino. 1 – Diacronismo: antigo. 2 – Suposta apresentação repetida do demônio ao espírito. 3 – Apego exagerado a um sentimento ou a uma idéia desarrazoada. 4 – Ação de molestar com pedidos insistentes; impertinência, perseguição, vexação.
Se pudéssemos enxergar o mundo espiritual como vemos o universo físico, perceberíamos um grande número de espíritos passando por nós a todo instante : em nossas casas, no trabalho e nas mais diversas atividades, tanto interagindo como atuando junto ao mundo dos encarnados.
Na Terra, existe um sem-número de forças espirituais, e nem todas com “boas intenções”. Na verdade – segundo a literatura espírita obtida até os dias atuais por meio de psicografias, mensagens e contatos mediúnicos – o plano de evolução espiritual em que se encontra nosso planeta o leva a ser um local de expiação, no qual se concentra um grande número de espíritos vibrando nas baixas freqüências.
Esses espíritos vivem imersos em correntes energéticas e emocionais de ódio, raiva, egoísmo, amor não-correspondido, entre outras emoções, e estão de tal forma presos ao plano físico que muitos acreditam ainda estar em seus corpos carnais. Assim, vivem próximos das pessoas com as quais um dia conviveram, afastando-se dos planos espirituais mais elevados e atrasando sua reencarnação.
Entre esses espíritos, ainda existem aqueles que têm a consciência de que estão mortos e que não habitam mais um corpo físico; mas como ainda estão presos às vibrações mais baixas do mundo espiritual, realizam ações que visam prejudicar os vivos e atrapalhar ao máximo a vida e a evolução espiritual de suas vítimas encarnadas. Esses espíritos são os que chamamos de obsessores.
A Obsessão Nasce
Eles nascem de diversas formas. Sua sensibilidade à Luz Divina foi embrutecida pelo tempo e por sua natureza moral. Eles ficam estagnados num círculo vicioso e numa obstinação tão intensa que não é raro se esquecerem quando e por que tudo começou.
Na maioria das vezes, estão tão cansados e vivem há tanto tempo nessa condição que não sabem mais como caminhar em direção ao esclarecimento e à Luz de Deus, necessitando assim de toda ajuda que lhes possa ser fornecida.
É fácil para nós imaginarmos o surgimento de tais obsessões pelo caminho do ódio. Afinal, sabemos do que os homens são capazes quando tomados pela raiva descontrolada; mas também surgem obsessões, até mais graves, em virtude do amor. O amor gera correntes que, unidas a outros sentimentos (egoísmo, apego, carência afetiva intensa, falta de auto-estima), podem produzir obsessões.
A revolta, a dor, a raiva, podem mudar a energia do amor; basta que exista um grande apego alimentado por um forte egoísmo, gerado num coração que viva uma grande carência, e teremos um espírito que sentirá uma grande dificuldade de se separar dos entes queridos.
Como o amor e o ódio estão separados por uma barreira quase imperceptível, em algumas oportunidades, imaginamos que um espírito está com ódio, quando, na verdade, ele pode estar escondendo a dor de um amor não correspondido; ou até mesmo pode ser uma entidade que ainda quer manter o apego que tinha em vida, agindo de forma a manter a outra pessoa presa ao círculo de sentimentos que demonstrava quando o espírito estava encarnado.
De todas as formas de obsessão, a gerada pelo amor é a pior de todas, pois aquele que ama sequer pode imaginar ou aceitar que, na verdade, está atrapalhando seus entes queridos. Ele acredita estar ajudando-os, supondo que não poderiam viver sem sua presença e auxílio.
A relação entre o obsessor e suas vítimas é variada e segue por caminhos tortuosos, mas que inevitavelmente levam à degradação física e moral do obsedado, o que, por fim, pode levar à “vitória” do espírito obsessor. Entre as formas conhecidas de obsessão, vamos a seguir analisar as maneiras de ataque.
O Ataque das Trevas
Partindo do que observamos até o momento, percebemos que as obsessões são as ações que influenciam os vivos, estimulando reações e semeando a discórdia e o ódio, nascido da força exercida pelos espíritos inferiores. Eles influenciam maleficamente, como os demônios das histórias bíblicas, e assim como ocorre nessas histórias, as formas do obsessor atuar também são sutis e intangíveis, e só após muito tempo é que se tornam evidentes. Mas podemos dividi-las da seguinte forma:
Obsessão Simples
O espírito obsesso por meio da sua vontade, motivado pelos mais diversos sentimentos, exerce uma persistência férrea, tenaz, influenciando em todas as áreas da vida de sua vítima, provocando a ira de pessoas próximas, atrapalhando seus relacionamentos, atuando por meio de sugestões de pensamento que vão contra a forma habitual da vítima agir.
Na maior parte das vezes, com o auxílio da auto-análise e do bom-senso, a vítima afasta esses pensamentos “ruins” e retoma o controle da sua vida. E quando esse tipo de ataque é detectado, cabe ao obsedado confiar no caminho espiritual e fazer sua vida um exemplo de luz e de dedicação pessoal, pois dessa forma afasta a chance de novos ataques. Procurando praticar o bem, ele estará pautando sua vida de acordo com os ditames dos grandes mestres e livrando-se da ação do obsessor.
Fascinação
Esse tipo de obsessão é das mais difíceis de quebrar, isso porque a vítima não acredita que está sob efeito de qualquer força negativa. Na verdade, algumas vezes, ela julga que é a única que não está obsedada, enquanto todos à sua volta estariam.
Nesse caso, o espírito obsessor vai se inserindo discretamente e ganhando espaço na vida do obsedado; como uma planta daninha, vai se enraizando, plantando desconfianças e medos, manias e desejos, até o ponto em que se instala definitivamente. A pessoa estará de tal forma envolvida que quase se forma uma simbiose psíquica que, caso se concretize, tornará ainda mais complexa a situação.
Nesse caso, o bom senso e a autocrítica se esvaem e a pessoa precisa de uma intensa ajuda espiritual, do mais alto nível, para superar o assédio dessa força maligna. Às vezes, a obsessão leva a delírios nos quais o obsedado acredita ser uma pessoa com uma “missão divina”, e pode até perder a razão, tornando-se um esquizofrênico, afastando-se do convívio social e, com o tempo, precisando de ajuda psiquiátrica.
Subjugação
É uma forma de obsessão na qual a vítima encarnada está sob domínio completo de uma força desencarnada. Quando esse tipo de obsessão ocorre, vemos a pessoa apática como se estivesse sonâmbula, tendo vontades que estão em desacordo com sua personalidade, e até afastando pessoas próximas que a critiquem ou que questionem suas “novas” atitudes.
O espírito obsessor não toma o lugar do espírito encarnado no corpo do obsedado. O que ocorre é uma supressão da vontade da vítima, por meio da supremacia da vontade do obsessor. Embora seja facilmente detectável, a sua cura exige uma mudança vibracional no obsedado, o que envolve uma grande disciplina moral e a aproximação aos ensinamentos e dogmas da Doutrina Espírita, de forma que leve o espírito obsessor a compreender sua falta e buscar o caminho da Luz Divina.
Auto-Obsessão
Mas ainda existem aqueles que, mesmo desencarnados, estão obsedados; e o pior, por eles mesmos. Tais espíritos acreditam serem pessoas sem valor e não se perdoam pelos “erros” que acreditam terem cometido em vida.
Eles acham que jamais poderão receber a Luz Divina e reingressar na via reencarnatória, pois estão presos a uma neurose espiritual tão intensa que os cega a tudo à sua volta. Em grande parte das vezes, infligem a si mesmos os mais diversos castigos e, mesmo quando recebem a ajuda de outros espíritos e das almas iluminadas, eles argumentam que seus crimes são imperdoáveis e anseiam por “castigos” que possam “purificá-los”. Vivem acreditando que são indignos de qualquer perdão.
Mas a Luz Cura
Não existe como tratar a obsessão sem o apoio e o interesse de todas as pessoas envolvidas no caso. É necessário o envolvimento espiritual e pessoal para que tanto o obsessor quanto o obsedado se vejam livres das amarras que os prendem, de forma a alcançarem a luz e a liberdade.
Como a obsessão é um processo com profundas raízes espirituais, é preciso tomar cuidado e não agir solitariamente para debelar o problema. É sempre necessária a presença de um grupo considerável de médiuns, e o tratamento deve ser feito de preferência em um centro espírita ou outro local especializado nas práticas de curas espirituais.
A reunião para tratar tais casos tem características específicas, pois todos os esforços devem ser coordenados e deve-se agir com um grande senso de solidariedade e compaixão. Antes de começar o trabalho, é necessário definir o foco que será seguido, e todos deverão exercitar sua força de vontade de forma a que formem um só feixe de energia e de Luz Divina. O obsedado deverá ser assistido com práticas espirituais diárias, que sejam instrutivas e que lhe dêem um forte alicerce. Além disso, deverá praticar atos sadios e desenvolver novamente a sua força de vontade, quebrando as amarras e correntes que foram forjadas no universo espiritual.
A prece, mesmo que seja uma oração pessoal e singela, é de grande valor na prática da cura da obsessão. Ela deve ser acompanhada por meditações e pelo aprofundamento da vítima nos assuntos espirituais, pois isso lhe dará os recursos necessários para ir além e renascer para uma vida plena e livre das vontades obsessoras.
Deve ser dada igualmente uma especial atenção ao ambiente e ao lar do obsedado, o qual deve ser limpo das manifestações dos espíritos baixos, pois eles se manifestam com mais facilidade em ambientes sujos, malcuidados e com grande quantidade de energia negativa estagnada. Para melhorar esses ambientes é preciso livrar-se de plantas velhas e doentes, de coisas quebradas, e deixar o ar ventilar em todos os cômodos, além de sempre fazer orações e preces em todos os locais da casa onde se sinta a presença de forças obsessoras.
A família é uma grande chave para a cura da obsessão. É ela que torna possível a recuperação do obsedado, que fortalece a vítima por meio da infinita energia do amor e lhe dá a chance de recuperar o controle sobre sua vida. Recomenda-se a todos seguirem a prática espiritual da prece e a leitura de material espiritual inspirador. Dessa forma, cria-se uma corrente fluídica positiva em torno de todos, gerando a elevação da freqüência vibracional dos espíritos em volta das pessoas que estão imersas na situação; assim, elas recebem cada vez mais força e energia desses espíritos iluminados, gerando um círculo virtuoso e próspero de amor e luz.
O processo obsessivo possui sempre raízes profundas, e a melhora do estado obsessivo varia em cada caso. Algumas vezes, não notamos sinais de melhora, pois cremos que tudo deve ser instantâneo, como se fosse um remédio engolido às pressas para uma dor de cabeça. Depois, quando se vê que a cura demandará semanas, e não dias, abandonam-se as práticas e surge a descrença quanto à eficácia da cura, buscando outros recursos para se ver livre do obsessor. Mas, não raro, tais caminhos apenas levam a mais dor e problemas.
A perseverança é a ferramenta principal para a libertação do obsedado, e ela é necessária para seguir o tratamento e atingir os objetivos e metas da plenitude, da paz e da liberdade. A Bondade Divina atende a todos mediante o empenho de cada pessoa, que e ela comunica ao universo, por meio de suas ações e dedicação, os caminhos e “atalhos” que lhe surgem à frente.
Além do que vimos anteriormente, existe uma ferramenta que é um dos recursos heróicos no combate à obsessão: é a chamada sessão de desobsessão. Essa sessão deve ser usada em casos extremos, quando tudo já foi tentado sem resultado e, pelos caminhos da humildade e da fé, mostra-se necessário ajudar alguém que sofre de tal mal.
Para tal é necessária a presença de um grupo de médiuns seguros, que exercitem a doutrina em todos os instantes de sua vida. Para o sucesso da sessão é preciso a tutela de um orientador que possua grande autoridade e uma intensa força de vontade, inabalável crença na Força Divina, a fim de se dirigir aos espíritos obsessores. Ele deve ser conhecedor do assunto, com prática e facilidade para expor a doutrina, e suas ações devem sempre ser o reflexo de suas palavras, não agindo com hipocrisia e tampouco se deixando levar pelo orgulho, pois ambas se tornam fissuras que prejudicam o trabalho espiritual da desobsessão.
Durante a sessão, ele deve agir procurando orientar, ensinar e esclarecer o obsessor quanto aos males que está praticando. Enquanto isso, todos os médiuns deverão se unir em um só coro espiritual de luz e oração.
Nessas reuniões – que devem ser feitas com um extremo cuidado e com preparo consciente por parte de todos – o obsedado não deverá estar presente, ficando em sua casa em meio a preces, leituras ou meditação, para auxiliar o trabalho. E a sessão deverá ser repetida ou retomada enquanto for necessário.
Concluída a conversão do obsessor, o ex-obsedado deve ser esclarecido quanto à necessidade de modificar os padrões de vida que o levaram àquela situação. Deve ser dito a ele tudo o que fez e que provocou tamanho caos. Não devemos poupar a pessoa, seja por sua sensibilidade ou por questões pessoais, pois assim estaríamos impedindo-a de crescer e evoluir espiritualmente.
Para evitar uma recaída, ele também deverá manter a disciplina desenvolvida durante a desobsessão, reforçando as suas defesas morais e espirituais, não deixando de tomar cuidado com suas ações e palavras, a fim de enriquecer sua vida espiritual e deixar as baixas vibrações para trás.
Fonte: Revista Espiritismo e Ciência - Volume 5 ou site: http://www.espirito.org.br/portal/publicacoes/esp-ciencia/005/obsessores.html
jornalismo RBN

segunda-feira, 11 de fevereiro de 2008

O mundo pirou...será?


Escrevia sobre esse tema e deixei no rascunho para refletir um pouco mais sobre o nosso mundo tão caótico. Mas acabei apagando o que havia escrito, tinha sido no carnaval, e já havia se passado muito tempo. Mais continua a indagação: o mundo pirou, será?
Estou parando aos poucos de acompanhar os noticiários dos jornais, porque a gente vai ficando viciado em notícias catastróficas e que minam a nossa resistência. Principalmente depois da novela que se tornou o caso Eloá, do sobe e desce da bolsa de valores e a crise mundial e das constantes tragédias que têm assolado crianças, jovens e adultos. O mundo pirou?
Não! O mundo continua o seu curso. É só olhar pela janela, e se você ainda tiver o privilégio de ver a natureza, você constatará que os pássaros cantam, o Sol brilha, a chuva cai e o orvalho da manhã humidifica as flores e as plantas. Quem pirou foi a natureza egoísticamente humana. Estamos colhendo apenas o que vamos plantando e enquanto estivermos voltados apenas para a satisfação de nossos desejos pessoais, seremos arrastados para esse mar de lama e de esgoto. Pensamentos, palavras, atos ou ações sem reflexão descambam para tragédias, loucuras e sofrimentos. Por incrível que pareça e por mais absurdo que seja: -O MUNDO CAMINHA NO SEU CURSO NORMAL, POIS SÓ COM A EXAUSTÃO DA CARNIFICINA É QUE BUSCAREMOS A PAZ. Gandhi já dizia:
Não há caminhos que levem a paz a paz é o único caminho. Para mudarmos de atitudes e de pensamentos negativos, devemos esvaziar o lixo e colocar algo de novo no lugar.
Que tal preenchermos esse vazio com coisas boas, pensamentos de amor e de luz para o próximo e para nós mesmos? Em vez de se lamentar a todo momento, fazer algo em prol dos que precisam ou mesmo espalhar novas atitudes e pensamentos. O mundo não melhorará porque ele não está doente, ele não acabará, o que pode acabar é a nossa civilização.
Chega de reação:
-Vamos agir positivamente!
Mais amor, menos picuínhas, menos mesquinhez, menos ódio, menos imcompreensão, menos tagarelar, mais silêncio, menos inveja, mais contentamneto, menos vazio, mais preenchimento, menos ter e mais SER!
Paz e Luz para todos.