Meu primo Victor encontrou esse artigo na net e enviou para mim! Resolvi postar no blog porque achei muito bonito. Sintetiza um pouco daquilo que eu penso!“Hunter “Patch” Adams é um médico norte-americano famoso por sua metodologia inusitada no tratamento a enfermos. Para Patch, formado pela Virginia Medical University, rir é o melhor remédio.
Aos 16 anos de idade, após perder um tio e ter sido deixado pela namorada, vivenciou uma grave crise depressiva e foi internado numa clínica psiquiátrica. Lá chega à conclusão que cuidar do próximo é a melhor forma de esquecer os próprios problemas e, melhor ainda, se isto for feito com muito bom humor e principalmente amor. Dois anos depois, ingressa na faculdade de medicina da Virginia, onde torna-se conhecido pela sua conduta excessivamente feliz e apaixonada pelos pacientes.
Atualmente Patch e sua trupe de palhaços viajam pelo mundo para áreas críticas em situação de guerra, pobreza e epidemia, espalhando alegria, o que é uma excelente forma de prevenir e tratar muitas doenças. Além de médico, Patch Adams também é autor de dois livros: “House Calls: how we can heal the world a visit at time” e “Gesundheit!: Good Health is a Laughter Matter ”. Este último inspirou o filme “Patch Adams - O Amor é contagioso”(1998), baseado na história de Patch e tendo Robin Williams como seu intérprete.” (www.pt.wikipedia.org/wiki/Patch_Adams).
O início desse filme se passa no manicômio, onde “Patch” se internou por livre vontade e conheceu um empresário bem sucedido que havia feito o mesmo. Este homem tinha a estranha mania de mostrar os quatro maiores dedos da mão eperguntar: Quantos dedos você vê? Ao que todos/as respondiam de pronto: quatro! Desencadeando nele um ataque terrível de inconformismo.
Numa cena emocionante, Robin Williams - Hunter Adams - procura o homem para entender sua rebeldia que, calmamente, mostra a mão novamente, e faz a pergunta de sempre: Quantos dedos você vê? Quatro, responde Adam. Mas ele insiste: olhe melhor… veja além dos dedos! O que leva Adam, numa ilusão de ótica, a enxergar oito dedos! Foi aquele “louco” que chamou Hunter Adams pela primeira vez de “Patch” e o levou a ver através dos dedos!
A bela história desse doutor que aprendeu a receitar alegria como remédio, tem muito a nos ensinar, especialmente em relação a ver o que não está evidente.
Alguns momentos são difíceis de entender… e sofremos, até enlouquecemos, porque não conseguimos enxergar além dos dedos, além dos parâmetros normais que temos na vida… de certa forma, restringimos nossos sonhos às balizas que os sofrimentos desenharam em nossa história e ficamos com uma visão pequena.
Freqüentemente converso com pessoas petrificadas de alma, sem riso, sem aspiração… tolhidas por si mesmas de acreditar que o amanhã poderá ser melhor que o hoje. Uma gente que se proíbe de querer, de confiar que ainda é capaz… permanecendo encalhada em seus próprios lodos de tristeza!
Não é fácil ver o que outros/as não vêem… às vezes passamos por insanos/as, somos deixados/as de lado, à margem do que seja normal, rejeitados/as e até incompreendidos/as e mal julgados/as. Mas este é o desafio da vida… ver mais, ver além, através das complicações que nos aparecem!
Estou certo que, de alguma forma, crer, tem a ver com esta visibilidade transcendente… além dos dedos… do comum, do explicável, do aceitável, do esperado!
Como Paulo, o apóstolo, precisamos conhecer esse Deus que nos ensina ver por de trás do visível… um Senhor que excede todo o entendimento… faz infinitamente mais do que tudo que pedimos ou pensamos… vê muito além do hoje, sabe muito mais que nossa pobre compreensão!
Imagino que um dos segredos da vida próspera seja ver além dos dedos… viver, de fato, a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem, visualizando o inexplicável!
Patch Adams também é autor de dois livros: “House Calls: how we can heal the world a visit at time” e “Gesundheit!: Good Health is a Laughter Matter ”.
Aos 16 anos de idade, após perder um tio e ter sido deixado pela namorada, vivenciou uma grave crise depressiva e foi internado numa clínica psiquiátrica. Lá chega à conclusão que cuidar do próximo é a melhor forma de esquecer os próprios problemas e, melhor ainda, se isto for feito com muito bom humor e principalmente amor. Dois anos depois, ingressa na faculdade de medicina da Virginia, onde torna-se conhecido pela sua conduta excessivamente feliz e apaixonada pelos pacientes.
Atualmente Patch e sua trupe de palhaços viajam pelo mundo para áreas críticas em situação de guerra, pobreza e epidemia, espalhando alegria, o que é uma excelente forma de prevenir e tratar muitas doenças. Além de médico, Patch Adams também é autor de dois livros: “House Calls: how we can heal the world a visit at time” e “Gesundheit!: Good Health is a Laughter Matter ”. Este último inspirou o filme “Patch Adams - O Amor é contagioso”(1998), baseado na história de Patch e tendo Robin Williams como seu intérprete.” (www.pt.wikipedia.org/wiki/Patch_Adams).
O início desse filme se passa no manicômio, onde “Patch” se internou por livre vontade e conheceu um empresário bem sucedido que havia feito o mesmo. Este homem tinha a estranha mania de mostrar os quatro maiores dedos da mão eperguntar: Quantos dedos você vê? Ao que todos/as respondiam de pronto: quatro! Desencadeando nele um ataque terrível de inconformismo.
Numa cena emocionante, Robin Williams - Hunter Adams - procura o homem para entender sua rebeldia que, calmamente, mostra a mão novamente, e faz a pergunta de sempre: Quantos dedos você vê? Quatro, responde Adam. Mas ele insiste: olhe melhor… veja além dos dedos! O que leva Adam, numa ilusão de ótica, a enxergar oito dedos! Foi aquele “louco” que chamou Hunter Adams pela primeira vez de “Patch” e o levou a ver através dos dedos!
A bela história desse doutor que aprendeu a receitar alegria como remédio, tem muito a nos ensinar, especialmente em relação a ver o que não está evidente.
Alguns momentos são difíceis de entender… e sofremos, até enlouquecemos, porque não conseguimos enxergar além dos dedos, além dos parâmetros normais que temos na vida… de certa forma, restringimos nossos sonhos às balizas que os sofrimentos desenharam em nossa história e ficamos com uma visão pequena.
Freqüentemente converso com pessoas petrificadas de alma, sem riso, sem aspiração… tolhidas por si mesmas de acreditar que o amanhã poderá ser melhor que o hoje. Uma gente que se proíbe de querer, de confiar que ainda é capaz… permanecendo encalhada em seus próprios lodos de tristeza!
Não é fácil ver o que outros/as não vêem… às vezes passamos por insanos/as, somos deixados/as de lado, à margem do que seja normal, rejeitados/as e até incompreendidos/as e mal julgados/as. Mas este é o desafio da vida… ver mais, ver além, através das complicações que nos aparecem!
Estou certo que, de alguma forma, crer, tem a ver com esta visibilidade transcendente… além dos dedos… do comum, do explicável, do aceitável, do esperado!
Como Paulo, o apóstolo, precisamos conhecer esse Deus que nos ensina ver por de trás do visível… um Senhor que excede todo o entendimento… faz infinitamente mais do que tudo que pedimos ou pensamos… vê muito além do hoje, sabe muito mais que nossa pobre compreensão!
Imagino que um dos segredos da vida próspera seja ver além dos dedos… viver, de fato, a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que se não vêem, visualizando o inexplicável!
Patch Adams também é autor de dois livros: “House Calls: how we can heal the world a visit at time” e “Gesundheit!: Good Health is a Laughter Matter ”.
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